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Acima do salto pelo mundo: Disney World

Sabe aquele lugar onde seus sonhos se tornam realidade?! Sim ele existe e já foi foi um sonho que pareceu impossível por muito tempo para muitos, mas tem se tornado cada vez mais ao alcance dos brasileiros… Pois é estou falando da Disneylândia!!! “Where your dream come true”!
De acordo com o Departamento de Comércio dos Estados Unidos da América, em 2013, a cidade de Orlando recebeu 768 mil Brasileiros que chegam em busca dos parques temáticos e dos famosos outlets para realizar aquelas comprinhas básicas.
Não importa quantos anos você tem, as atividades dos parques são variadas que agradam e impressionam crianças de até 100 anos de idade.
Dificilmente não haverá fila, mas quando você entrar nos brinquedos, simuladores, montanhas russas, etc você vai acabar esquecendo que a fila estava grande. A infraestrutura, a grandiosidade,organização e segurança do lugar é de deixar qualquer brasileiro de queixo caído. Um exemplo a ser seguido!
E aí se você estiver precisando fugir um pouco da realidade eu aconselho um bom pacote de viagem para Orlando e para quem não gosta de filas, procure saber mais sobre o fast pass que vão diminuir ou acabar com sua espera em filas para se divertir!

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Como lidar com um chefe babaca?

Assim como um homem cafajeste, uma calça apertada, uma espinha num local inadequado… uma hora ou outra vamos nos deparar com um chefe babaca. Não adianta fugir, eles estão por toda parte: no mundo corporativo, em empresas públicas, e um dia seremos obrigadas a dividir nossa linda existência com essas criaturas.

Fui dar um google no assunto e percebi que até revistas como a Exame e a Você S/A. falam sobre chefes babacas. Então nada mais justo que eu falar sobre isso também. Afinal, aconteça o que acontecer, com ou sem chefe babaca, estou sempre acima do salto. risos.

Em primeiro lugar tem aquela máxima de estarmos felizes no nosso ambiente de trabalho. Além de termos que estar sempre arrumadas, cheirosas, pronta pra um debate com bons argumentos, cuidar de casa, família, noivo… sim, para sermos bem sucedidas ainda temos que ter um bom emprego. Concordo com isso em parte, no fundo acho uma grande hipocrisia essa máxima do “trabalha com o que gostas e não terás que trabalhar um dia sequer”. Gente, trabalho é trabalho, requer compromisso, responsabilidade, agir sob pressão, e… aturar chefes babacas. Mas o fato de estarmos felizes e satisfeitas em nosso local de trabalho interfere e muito no quesito aturar um chefe babaca.

Uma das coisas que mais me irritam é que chefes babacas nunca fazem o que é prioridade, ficam sempre presos a detalhes que efetivamente ninguém vai reparar. Você prepara uma apresentação linda mas usou uma imagem que ele não gostou, ele vai lá manda você mudar tudo.

Outro exemplo: você é o operacional e ninguém conhece mais o dia-a-dia do trabalho do que você. Só ele que acha que não e que deve ser feito de forma diferente. Porquê? Porque ele é um grande babaca.

É impressionante como esses caras adoram ficar numa perspectiva de marasmo. Eles não suportam criatividade, odeiam a inovação, e também odeiam que você se comunique e comece a espalhar suas ideias. Acho que no fundo todo chefe é conservador e tem medo de um motim. Aí ele vai lá e tem que mandar todo mundo embora. rá!

Na verdade na verdade, esses caras estão mais preocupados com seu ego do que com o resultado do trabalho. Em empresas pequenas ou instituições, quando a figura do chefe se confunde com a figura do “dono”, isso pode ser ainda mais terrível.

Por mais que tenhamos vontade de xingar infinitos palavrões e mandar eles para toda a sorte e qualidade de locais e formas diferentes, se não estamos satisfeitas, cabe a nós, e somente a nós, reverter essa situação. Não espere que um chefe babaca vá deixar de ser babaca só por causa de você.

Um bom conselho é ter paciência enquanto durar e buscar alternativas para escapar o mais rápido possível. Uma tática excelente é “fazer a egípcia” e trabalhar a arte da camuflagem.

Estou tentando: sem medo de mudar e sem medo de ser feliz. 🙂

E tenho certeza que quando eu for chefe não serei uma babaca. Beijos!

Ainda sobre Cinquenta tons de cinza…

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Oi gente!

Estou muito animada com esse blog e com meu primeiro post! Uhuuuu!!! \o/\o/

Bem, hoje eu quero falar um pouquinho sobre a minha experiência com a leitura da trilogia que tem como livro inicial Cinquenta tons de cinza.

Sou apaixonada por livros e quando comecei a ouvir as críticas sobre Cinquenta, confesso que fiquei um pouco espantada. Houve uma crítica que chamou o livro de conto erótico e disse que era um conteúdo extremamente pesado. Ok, não tem mesmo muita sutileza, mas peraí… Será que você nunca fantasiou algo parecido com o que os livros da trilogia mencionam?!

Vamos combinar assim: antes de ler esse post até o final, você vai se despir de qualquer preconceito e vergonha. Sem timidez, por favor.

Pessoal, li os livros e cheguei à conclusão de que bolinhas de aço, chicote e algemas à parte, o que causou tanto reboliço foi o Christian Gray. Que mulher não ficaria fascinada com o homem descrito no livro?!

Ver tantas mulheres lendo os livros nas ruas com aquele sorrisinho no rosto, me fez refletir e concluir que os livros podem ser colocados na prateleira dos livros de auto ajuda sexual.  Sim! Auto ajuda para aquelas pessoas tímidas, que querem se libertar entre quatro paredes mas não conseguem.

Minhas lindas, não adianta ler Cinquenta porque o Christian Gray não existe e não vai bater à sua porta. Aproveitem a inspiração do livro e tentem alcançar o seguinte aprendizado: não precisa ter um homem desses pra ter um sexo incrível como o que o livro relata. Saibam escolher seus parceiros. Se ainda há algo que você não fez, talvez ele não soube conduzir bem a situação ou você ficou travada demais. Lembrem-se que o sexo pressupõe o mais alto nível de intimidade e confiança mútua. Havendo isso, pode deixar o livro de lado e se entregar completamente ao momento. Qualquer mulher pode ser uma Anastasia Steele e se transformar em uma fera entre quatro paredes. Pensem nisso!

Ah! Outra coisa importante, não precisa transformar em um tabu algo tão simples e instintivo, né?! Não trabalho em clínicas especializadas e nem sou terapeuta sexual, mas sexo, de fato, é vida. Escolham seus parceiros de modo consciente, previnam-se e se joguem!!! Have fun!